Gestão

Indicadores hospitalares: como promover saúde de qualidade

Por Robô Laura - 14 de abril de 2022

Mensurar as metas estabelecidas, avaliar os resultados e validar estratégias. Esses são alguns dos motivos que justificam a análise dos indicadores hospitalares para uma gestão mais eficiente. Afinal, oferecer saúde de qualidade passa por compreender a estrutura e os processos da instituição, com foco no gerenciamento de riscos e na tomada de decisões em tempo hábil.

As ferramentas inteligentes são indispensáveis nesta tarefa, pois automatizam a coleta e a análise de dados em saúde para que a gestão se baseie em indicadores sólidos em vez de o gestor se guiar por intuições ou achismos. Neste conteúdo, mostraremos quais são os principais indicadores de qualidade em saúde e como potencializar sua análise contando com a ferramenta certa.

Taxa de ocupação dos leitos

Esse indicador revela a média de pacientes que a instituição atende diariamente, considerando-se a quantidade de leitos disponíveis nos diferentes setores: observação, berçário, pré-parto, etc. Avaliar a taxa de ocupação é fundamental para saber quais leitos são mais utilizados e, assim, estabelecer prioridades de gestão, facilitar o controle administrativo e otimizar o acompanhamento dos pacientes.

Por exemplo: se determinado percentual de ocupação estiver elevado por muito tempo, isso pode ser um forte indicativo de que aquela área precisa de uma expansão. Também é interessante avaliar as caraterísticas dos pacientes que ocupam esses leitos, como faixa etária, sexo, se são pacientes particulares ou de algum convênio predominante, entre outros fatores que ajudam a identificar melhor os perfis de atendimento.

Tempo médio de permanência

Enquanto a taxa de ocupação é o indicador que mostra se a estrutura do hospital comporta a demanda de pacientes, o tempo médio de permanência indica a rotatividade dos leitos – isto é, por quanto tempo determinados leitos foram ocupados e quais as características dessas ocupações.

Os resultados evidenciados nesta análise sugerem indicativos importantes sobre a qualidade dos serviços prestados, como o tempo médio de espera para realização de determinados exames ou um número recorrente de infecções hospitalares e complicações pós-cirúrgicas.

A transformação digital permitiu o desenvolvimento de diversas ferramentas inteligentes que facilitam esse tipo de análise e ajudam a promover saúde de qualidade, garantindo eficiência tanto para a gestão quanto para os atendimentos. Os softwares de assistência virtual são bons exemplos, pois favorecem a experiência do beneficiário desde a Atenção Primária, além de possibilitarem o mapeamento de perfil epidemiológico e otimizarem as ações preventivas.

Um assistente clínico, como o Laura Care,  tem apoio da Inteligência Artificial (IA) para que o gestor possa conduzir todos esses processos com agilidade e eficiência. Acesse este infográfico e entenda como funciona!

Satisfação e experiência do paciente

 A satisfação do paciente é um dos indicadores de saúde de qualidade mais valiosos para as operadoras. Afinal, favorecer a experiência do beneficiário é o maior compromisso de uma operadora, que deve sempre prezar pela segurança, bem-estar e qualidade de vida dos pacientes. Uma boa condução dos atendimentos, além de respeitar os direitos básicos do cidadão, garante a vantagem competitiva das instituições.

Pense que quando uma pessoa busca por um serviço de saúde, ela não está interessada somente em resolver seu problema, mas, sim, em encontrar acolhimento e tranquilidade. Não à toa, a preocupação dos gestores em incentivar práticas mais humanizadas é algo constante tanto nos setores públicos quanto privados. Uma forma simples e eficiente de medir esse indicador é por meio dos questionários de satisfação.

Retorno Sobre o Investimento

Conhecido pela sigla ROI, o Retorno Sobre o Investimento é o indicador que ajuda as instituições a validarem suas estratégias de gestão. Ou seja, o ROI mostra se as estratégias adotadas estão trazendo os resultados previstos. Caso contrário, talvez o investimento tenha de ser revisto.

As instituições hospitalares medem esse retorno considerando-se o quanto foi arrecadado nos atendimentos e o quanto foi investido para que fossem colocados em prática. Quando uma instituição decide expandir uma ala, por exemplo, é essencial calcular o ROI para saber se o aumento do número de leitos compensou, isto é, se está havendo demanda suficiente para as novas ocupações.

Produtividade e engajamento das equipes

O desempenho das equipes é outro indicador-chave em relação à saúde de qualidade. Afinal, os colaboradores são os grandes responsáveis pela fluidez na rotina hospitalar e pelo atendimento humanizado desde o primeiro contato do paciente na Atenção Básica. Por isso, avaliar a produtividade e o engajamento do grupo é essencial para compreender o funcionamento da instituição, evidenciar gargalos e sinalizar os pontos de melhoria.

Novamente, o suporte tecnológico é indispensável nesse processo, até porque são as ferramentas inteligentes que centralizam a base de dados necessária para que as equipes trabalhem bem. Além disso, com a automação de tarefas que antes eram manuais, os colaboradores ganham mais tempo para focar naquelas demandas cujo fator humano é imprescindível.

Isso significa que as ferramentas tecnológicas, além de favorecerem o cuidado centrado no paciente, evitam a sobrecarga de trabalho das equipes e as deixam mais motivadas. Todos esses fatores contribuem para uma gestão mais eficaz, com menos índice de erro e sem desperdício de recursos. Tudo isso ajuda as instituições a cumprirem seu maior propósito: oferecer saúde de qualidade para os pacientes.

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