Gestão

Dicas para divulgar programas da Medicina Preventiva para beneficiários

Por Robô Laura - 26 de maio de 2022

Um bom programa de Medicina Preventiva é aquele que ajuda as pessoas a adotarem hábitos saudáveis para ter mais qualidade de vida e, ao mesmo tempo, as mantém engajadas com a operadora. Porém, fazer isso sem um planejamento estratégico bem definido é um trabalho complexo, pois dificilmente as ações vão dialogar com as prioridades da sua carteira de beneficiários.

Nesse sentido, contar com suporte tecnológico é imprescindível para conhecer a fundo sua carteira, gerar indicadores de saúde e, com base nisso, propor ações mais direcionadas. Outros fatores primordiais envolvem a divulgação completa das informações e o combate a boatos que poderiam comprometer o engajamento do público com a campanha.

Não à toa, o primeiro passo para um programa de Medicina Preventiva bem implementado é ir além do óbvio. É preciso considerar as especificidades de cada grupo de beneficiários e propor conteúdos que estejam alinhados com  essas pessoas, criando uma identificação entre as partes. Por exemplo: se as pessoas buscam resultados mais imediatos, priorize nas campanhas os ganhos de curto prazo que elas poderão ter se seguirem certas medidas.

É dever das equipes de Medicina Preventiva evidenciar os pontos mais estratégicos a serem trabalhados pela operadora, o que pode ser feito com um nível extra de confiabilidade caso a instituição conte com boas ferramentas tecnológicas. Softwares especializados que estruturam pré-diagnósticos, definem pontuações de risco e fazem análises preditivas são imbatíveis nesse contexto.

Podemos resumir da seguinte maneira as melhores práticas para um programa preventivo de sucesso:

  • Definir bem os objetivos da campanha;
  • Aproximar-se da carteira de beneficiários;
  • Propor bonificações atrativas;
  • Mapear o perfil epidemiológico;
  • Contar com ferramentas de comunicação.

As assistentes virtuais são soluções inteligentes que facilitam a comunicação com o beneficiário e ajudam a aproximá-lo da instituição, o que favorece  a adesão necessária às campanhas. Além disso, podemos citar também os recursos de estruturação de dados, que vão organizar as informações coletadas para que os gestores consigam entender com rapidez o que cada indicador mostra.

Ou seja, dificilmente um programa de ações preventivas implementado sem o auxílio tecnológico traria resultados expressivos. Por isso, esteja atento ao cenário de transformações e busque otimizar os processos contando com softwares especializados. As melhores ferramentas são aquelas que combinam frente administrativa – automatizando tarefas e dando fluidez às operações – com o cuidado centrado no paciente.

Preparamos um guia completo que explica como planejar um bom programa preventivo e quais ferramentas podem ajudar nessa missão. Acesse o conteúdo e prepare-se para criar um programa de ações preventivas impecável!  

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