Gestão

Planejamento em saúde: como a operadora de saúde pode atuar de forma preventiva

Por Robô Laura - 27 de janeiro de 2022

Fazer um bom planejamento em saúde é primordial para atuar de forma preventiva, evitando assim sobrecarga de trabalho e desperdício de recursos. Esse planejamento deve ser sistêmico, ou seja, englobar todas as áreas envolvidas para orientar a tomada de decisões a partir de indicadores sólidos. Neste conteúdo, mostraremos como fazer isso na prática e explicaremos por que a tecnologia é uma grande aliada. Confira!

Por que fazer planejamento em saúde nas operadoras

Otimizar o orçamento, garantir medidas eficazes e superar os desafios da gestão são alguns dos motivos que justificam a importância do planejamento estratégico em saúde. As operadoras tendem a padronizar os processos visando um atendimento preventivo, integrado e contínuo.

No entanto, isso se torna um desafio quando há excesso de informação e falta de suporte tecnológico para orientar o planejamento. A intenção é aproveitar melhor o tempo das equipes, possibilitando também uma tomada de decisão mais estruturada e direcionada. Assim, os colaboradores saberão exatamente que fluxo de trabalho seguir.

A prevenção de doenças fica mais certeira, assim como os diagnósticos, o que permite proporcionar tratamentos mais eficientes, sempre com foco na qualidade de vida e no bem-estar de cada paciente. Em linhas gerais, podemos dizer que um bom planejamento em saúde traz as seguintes vantagens:

  • Evita desperdício de recursos financeiros;
  • Diminui custos assistenciais e sinistralidade
  • Impulsiona a produtividade das equipes;
  • Reduz significativamente as chances de erro;
  • Minimiza usos inadequados das instalações.

Etapas do planejamento estratégico em saúde

O cenário na área da saúde é complexo e instável, sobretudo em tempos de pandemia da Covid-19. Nesse sentido, estruturar um planejamento estratégico é imprescindível para otimizar o tempo das equipes e conseguir se adaptar às demandas que surgem a todo momento no setor.

Por exemplo: com a consolidação das novas tecnologias, não dá mais para desperdiçar tempo operacional em atividades repetitivas, orquestradas em sistemas que já não atendem às necessidades da instituição. É preciso modernizar os processos e investir em tecnologia de ponta para deixar sua equipe livre, fazendo o que sabem fazer de melhor.

Quanto ao planejamento de saúde em si, a primeira etapa envolve a análise dos indicadores mais estratégicos para a operadora. Isso evita que a instituição tome decisões genéricas ou baseadas no improviso, o que na maioria dos casos gera desperdício de tempo e dinheiro.

Daremos um exemplo prático: suponha que foi identificado um alto índice de sinistralidade e que o objetivo é reduzir em ‘x %’ essa taxa em relação ao período anterior. A partir dessa visão, o gestor poderá investir em ações que promovam o uso racional do plano, evitando exames e consultas redundantes ou desnecessárias.

Outro exemplo é a criação de um sistema de triagem para reduzir o acionamento dos serviços de emergência. A medicina preventiva atua justamente nesse âmbito. Com indicadores concretos em mãos, o gestor poderá tomar decisões mais ágeis e estruturadas na intenção de conter prejuízos.

Analisados os indicadores, é hora de definir o plano de ação da maneira mais clara, objetiva e direcionada possível. Nesta etapa, deve-se integrar os diversos setores envolvidos – tanto operacionais quanto administrativos – de modo a não tomar medidas isoladas ou que não possam ser contempladas pelo departamento financeiro.

Fazer um mapeamento de perfil epidemiológico também é imprescindível para um bom planejamento em saúde. A tarefa consiste em analisar a situação dos beneficiários para saber quais pontos demandam atenção imediata. Por exemplo: no atendimento de ação primária é recomendado registrar as respostas de forma organizada e estruturada.

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Ainda sobre o perfil epidemiológico, as informações sobre histórico familiar, hábitos e doenças pré-existentes são cruciais nesta etapa, pois a partir delas é possível identificar se os envolvidos precisam ser encaminhados para determinada ação preventiva. Além disso, a operadora conseguirá definir qual a prioridade dos programas, visando assim diminuir a taxa de ocorrência de certas doenças.

Como montar uma equipe para planejamento em saúde

As equipes de planejamento em saúde devem ser multiprofissionais e interdisciplinares, de modo a obter uma visão sistêmica das necessidades da instituição. Essa composição geralmente envolve médicos generalistas e especialistas, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos, entre outros profissionais da área.

Uma equipe engajada e alinhada consegue trabalhar com mais agilidade na promoção de medidas preventivas, reduzindo assim custos desnecessários com tratamentos ou atendimentos médicos no futuro. No entanto, vimos que fazer esse planejamento envolve contar com tecnologias de automação para poupar tempo e ganhar mais racionalidade.

Soluções para planejamento estratégico em saúde

Existe uma série de ferramentas tecnológicas que podem ajudar as operadoras na elaboração do planejamento em saúde e, sobretudo, na condução das operações do dia a dia. Contudo, é preciso ser bastante criterioso na hora de escolher o software ideal, que melhor se adapta às particularidades da sua instituição.

Uma boa ferramenta é aquela que ajuda a entender por completo a carteira de beneficiários. Assim, será possível propor ações específicas para determinados grupos e necessidades. Ademais, essas tecnologias automatizam tarefas que antes eram manuais e tomavam tempo e disposição das equipes.

Ou seja, além de contribuírem para um planejamento em saúde mais estratégico, as ferramentas inteligentes dão fluidez à rotina corporativa, impulsionando a produtividade dos colaboradores. Estes, por sua vez, ficarão livres para focar em outras prioridades, como o atendimento humanizado e acolhedor.

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