Gestão

Segurança do paciente: como usar a gestão para fazer a diferença

Por Robô Laura - 7 de abril de 2021

A segurança do paciente é um cuidado crucial dentro dos hospitais. Não é à toa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou um dia para dar foco ao assunto, o 17 de setembro. A intenção da entidade, neste caso, é ratificar a importância dessa prática, que merece prioridade dos médicos e profissionais envolvidos no setor.

Quando a administração hospitalar tem problemas, tudo pode ser resolvido com tecnologia. Quer entender melhor por que a segurança do paciente deve ser prioridade? Siga a leitura!

O que é segurança do paciente

A segurança do paciente, em síntese, é um conjunto de ações que visa diminuir danos ao paciente, justamente quando ele busca atendimento hospitalar. Um bom plano de segurança do paciente deve diminuir as ameaças ao menor patamar possível, evitando, por exemplo, as infecções e eventos adversos.

O planejamento voltado a proteção do paciente também vai beneficiar a ala cirúrgica, trazendo mais confiança, diminuindo erros e aumentando a segurança dos procedimentos.

Conforme o 2º Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, 7% é a média de prevalência para eventos adversos no país. Entre os quais, destacam-se:

  • Septicemia;
  • Pneumonia;
  • Infecção do trato urinário;
  • Infecção de sítio cirúrgico.

Ainda segundo o levantamento do anuário, eventos adversos considerados graves podem causar seis mortes a cada hora. Quase sempre em decorrência de falhas e erros na assistência, ou mesmo nos processos do hospital.

A importância da segurança do paciente

Imagine que, só em 2017, mais de 54 mil mortes foram registradas no Brasil, por causa de eventos adversos, também conforme o anuário. Destas, mais de 35 mil poderiam ser evitadas. 

A estratégia de segurança do paciente também protege os profissionais. Pensando na pandemia que assola o mundo atualmente, cabe registrar que, somente de março a agosto de 2020, um total de 226 profissionais de saúde morreram e outros 257 mil foram infectados pelo coronavírus no Brasil, segundo dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Diante desses números, fica evidente a relevância da adoção de uma estratégia de segurança do paciente nos hospitais, para identificar e corrigir processos errôneos. O objetivo maior? Poupar vidas dos pacientes e profissionais da saúde!

Panorama da OMS

Os eventos adversos surgem quando existem falhas na segurança do paciente, ou quando ela nem sequer é uma preocupação no hospital. Segundo a OMS, os danos ao paciente por eventos adversos representam a 14ª causa de doenças.

A entidade tem outros números que se relacionam com falhas na segurança do paciente: a cada dez pessoas, uma é prejudicada por ineficácia no atendimento hospitalar.

Os eventos adversos correspondem a 15% dos custos em saúde. Os óbitos causados por complicações cirúrgicas, por exemplo, superam a trágica marca de um milhão de pessoas. Além disso, o que é mais impressionante, os erros administrativos correspondem a 50% das falhas médicas na atenção primária.

Outra preocupação em termos de saúde pública é a exposição do paciente à radiação nos hospitais, considerando que 3,6 bilhões de raios-X são realizados todos os anos, sendo 10% destes em crianças.

Os dados da OMS evidenciam um ponto muito importante para a resolução do problema: a administração. 

Como usar a gestão para fazer a diferença?

Considerando que a segurança do paciente é utilizada para conter eventos adversos, que tal começar a agir? Nossa recomendação é que o hospital adote novas tecnologias para diminuir os riscos.

Soluções com Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning atuam no enfrentamento e diminuição do risco com alta eficiência. São ferramentas que aprimoram a atenção e cuidados necessários que todo paciente exige.

As melhores soluções de IA podem entregar uma série de benefícios. Entre os quais:

  • Análise do risco

Constrói o perfil de saúde do paciente para saber qual a probabilidade de ocorrer piora no quadro de saúde e como ocorrerá;

  • Monitoramento do risco

Monitoramento constante dos sinais vitais e exames laboratoriais do paciente para garantir uma tomada de decisão rápida e assertiva, diminuindo o risco de piora no quadro em casos  com indicativos de deterioração clínica;

  • Comunicação dos riscos a todas as partes interessadas

Notificações ao corpo médico ou a instituição quando há mudanças significativas no estado de saúde do paciente. Evita a ocorrência de falhas e informa sobre a eficiência das ações;

  • Controle do risco, com adoção de medidas e protocolos

Gerenciamento de protocolos de deterioração clínica visando aplicar as medidas necessárias.

A IA atua nessas frentes monitorando o quadro clínico do paciente de forma integral, considerando o seu histórico – uma atenção que nem todo médico consegue oferecer. 

Além disso, algumas soluções, como a Laura deterioração clínica, conseguem alertar antecipadamente a equipe médica sobre os pacientes em curso de eventos adversos mais comuns, por exemplo, a septicemia. 

Ou seja, o médico ganha tempo de ação e o paciente mais chances de vida. É desta maneira que a Laura inteligência clínica vem auxiliando profissionais do Brasil inteiro na missão de aprimorar a qualidade no cuidado dentro de hospitais.

Quer mais informações relevantes sobre qualidade no cuidado do paciente e outras áreas da gestão hospitalar? Continue acompanhando nosso blog.

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